It’s knowledge, baby

Welcome to the jungle!

Compartilhar conhecimento é necessário!

Sempre estive presente em discussões sobre software livre e software proprietário, e cheguei até a comentar que esse tipo de discussão é algo como discutir o sexo dos anjos. Mas, por fim, entendi que este são dos lados que DEVEM co-existir, é necessário ter as duas visões (ou mais) do mundo. Contudo, defendo veementemente a cultura livre, o dever do compartilhamento de informações, a responsabilidade social e a possibilidade de ajudar o próximo com o conhecimento produzido.

Transmitir/compartilhar conhecimento, para muitos, está relacionado a atividade docente, contudo, para realizar tal ação basta que você tenha boa vontade, algum tempo livre e vontade de aprender. Mas porque vou “perder” meu tempo produzindo conhecimento para alguém que eu, muitas vezes, nem conheço? Para essa pergunta, só tenho a dizer que o prazer de produzir conhecimento, de poder ajudar e ver o crescimento intelectual de alguém, não tem preço. Aos que já tiveram essa oportunidade, sabe bem o que é isso.

Saindo um pouco da esfera filosofica do ato, imagine se Santos Dummont não tivesse compartilhado o conhecimento sobre como fazer um avião voar? E se o conhecimento médico fosse particular? Se só apenas um médico ou grupo tivesse o conhecimento do tratamento da AIDS? Se seu pai/mãe decidisse não compartilhar com você as experiências e aprendizados vividos por ele? A humanidade cresceu e evoluiu através do conhecimento produzido e compartilhado.

Resolvi escrever este post numa forma de tentar motivar a produção e compartilhamento de informação e também pra mostrar que conhecimento não tem validade, pois tenho algumas palestras/mini-cursos divulgados no slideshare e, apesar de antigas, recebo com uma certa frequência e-mail de pessoas que desejam tirar alguma dúvida sobre as informações ali contidas. Qual não foi minha surpresa que ao rever alguma dessas palestras/mini-cursos, percebi números bastante interessantes:

  • Aula: “Gerenciamento de qualidade do projeto
  • Ministrada para a disciplina de Gerenciamento de Projetos, do curso de Sistema de Informação do IFAL em 2009
  • 9613 views e 282 downloads

Isso me deixa muito orgulhoso por perceber que o material/conhecimento que EU fiz/produzi está servindo de base/complemento para o aprendizado de milhares de pessoas! Não é legal? =)

Observação: Isso não cabe apenas para a área de informática/computação NÃO pessoal, independente de qual for sua área, TEM alguma forma de poder compartilhar seu conhecimento, suas experiências e os desafios enfrentados, até na mesa de um bar, em uma conversa informal! (Me chama, que eu adoro todo e qualquer tipo de conhecimento! =) )

Faça a sua parte! Try something new today!

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agosto 26, 2011 Posted by | Computação | , , , , , , , , , , | Deixe um comentário

Dicas #2: Destravando a Wireless no Linux

Pessoal,

Para quem achou a última dica muito noob, aqui vai uma mais elaborada que tinha postado em Fevereiro deste ano no meu buzz e já passei por ela de novo e, infelizmente, não encontrava, nem lembrava de cabeça =/ (por isso que ela ta vindo pra cá, também, para recordações futuras).

Uma das vantagens de usar Linux é não ter que reiniciar o sistema operacional, coisa que acontece recorrentemente no Windows (#EPICFAIL). Porém nem tudo é um mar de gelo na terra do Pinguim, inexplicavelmente a minha placa de rede wireless travava e ficava sem funcionar, geralmente, após um uso constante da mesma. Me forçando a usar o modo windows de resolver problema: reinicar a máquina e tudo certo! Contudo, isso não é o modo certo, não no Linux! Então deixei a preguiça de lado e fui estudar o caso, para saber como reiniciar os módulos da minha placa de rede wireless.

Primeiro, você tem que identificar qual o módulo wireless que o kernel do seu Linux utiliza, para isso:

$ lsmod

Nesta página você pode encontrar os módulos wireless que o kernel do Ubuntu oferece suporte. Já na página, você deve identificar qual o fabricante do seu módulo wirelesse (primeira coluna a esquerda) e, após isso, qual o nome do módulo correspondente a sua placa. Caso vocês não tenham essa informação, vale confiar no seu sexto sentido, qualquer coisa com um “w” já tem chances de ser o módulo wireless. Para os que tem notebook Dell (que usa, em geral, os hardware da intel), os principais módulos são:

  • Intel Pro Wireless 2100 (ipw2100)
  • Intel Pro Wireless 2200 (ipw2200)
  • Intel Pro Wireless 3945 (iwl3945)
  • Intel Pro Wireless 3945 (ipw3945)
  • Intel Wireless WiFi Link 4965AGN (iwl4965 and iwlagn)
  • Intel(R) Wireless WiFi Link AGN 5100, 5300 and 5350 (iwlagn)

Após identificar, você deve executar os comandos:

$ sudo rmmod <nome(s)_do(s)_módulo(s)_visto_no_ls_mod>

e depois:

$ sudo modprobe <nome(s)_do(s)_módulo(s)_visto_no_ls_mod>

Isso deve resolver seu problema, mas, no pior dos casos, resolveu o meu! =)

Abraços!

agosto 2, 2011 Posted by | Computação, Tutoriais | , , , , , , | Deixe um comentário

Dicas #1: Arrumando espaço no Gmail

Boa noite pessoal,

As coisas tem ficado tensa no mestrado e, por isso, o ritmo aqui no blog tem baixado consideravelmente. Contudo, ainda sinto muita vontade de compartilhar algumas informações com vocês e aqui vai uma dica que me ajudou em um problema muito chato.

Sou heavy user do Gmail, não tem como negar. Se estou on-line (e no pc), é certo que haverá uma aba no meu firefox com o envelopezinho vermelho. E este vício não surgiu por acaso, na época que eu participava da ENEC, cheguei a receber 100 e-mails apenas em uma das listas que participava, fora inbox e filters. Enfim, isso me rendeu um problema considerável de espaço no Gmail e, antigamente, resolvia isso apagando os spams, os e-mails impróprios para os mais mais velhos que o Oscar Niemeyer, os e-mails mais antigos (com um aperto no coração, pois tinha e-mails de 2004 =~~~ ), mas, no fim, isso eram só medidas paleativas.

Contudo, hoje descobri alguns parâmetros que podem ser usado na busca por e-mails do Gmail que facilitar a busca por arquivos e, dessa forma, apagar arquivos do tipo PPS, PPT (que, particularmente, eu odeio, mas sempre tem aquela pessoa abençoada que te envia pelo menos uns 2 milhões desse por dia) entre outros.

O uso é simples: <operador>:<descrição>

Exemplos: (basta copiar daqui – um por vez -, colocar no campo de busca do Gmail, apertar entrer e depois selecionar todos os e-mails da busca e, por fim, deletar todos)

filename:PPT

filename:PPS

filename:WMA

filename:AVI

filename:DOC

filename:XLS

filename:ODT

has:attachment

after:<data no formato: aaaa/mm/dd >

befor:<data no formato: aaaa/mm/dd>

Mais operadores podem ser encontrados aqui!

Espero que tenha ajudado. =)

agosto 2, 2011 Posted by | Computação, Tutoriais | , , , , , , | Deixe um comentário

Primeiro ano de mestrado

Pessoal,

Hoje acordei com vontade de escrever e atualizar esse blog, então vamos a um post que estava pendente…

No primeiro post depois que voltei a ativa no blog, fiz um resumão sobre 2010 e prometi um, especial, sobre o meu primeiro ano de mestrado, então aqui está. Meu primeiro ano de mestrado posso dizer que foi um divisor de águas, foi quando realmente eu conheci o que é um mestrado, o que é pesquisa e qual a importância dela. Antes de falar das matérias do mestrado, vamos ao laboratório…

O Embedded, assim como o CEFET/IFAL, virou logo minha primeira casa. O ambiente de trabalho é fantástico, a estrutura oferece um suporte imprescindível à produção e, além disso, o contato com pessoas que estavam/estão fazendo doutorado e os que já estavam no mestrado, foi muito importante para a troca de conhecimento da área acadêmica e para discussões pertinentes à computação.

Nos primeiros meses, paguei 3 disciplinas nas quais me mostraram o que é ciência (e que 99% dos artigos publicados em Computação são “bostas”, segundo Jacque Saúve…”bosta” no sentindo que não seguem os princípios originais da ciência e, sim, os princípios da produção desenfreada), para que a ciência serve e como fazer ciência. Parecem perguntas simples e respondidas com apenas uma frase, mas elas são tão complexas quanto a “Quem é você?”. Com essas matérias (FPCCs =Fundamento de Pesquisa de Ciência da Computação … para saudosismos futuros =) ), bom ou ruim, aprendi a ser *mais* crítico do que já era. Lembro-me bem dos almoços discutindo o português e as besteiras faladas durante o jornal local de Campina Grande. Era hilário. =D

Depois vieram alguns trabalhos para conclusão das matérias, bem interessantes, onde em apenas uma semana tive que mexer em python, c++ e c, além de mais 3 frameworks UPnP (GUPnP, BRisa e HUPnP). Também tive que formalizar o UPnP-UP (padrão fruto da tese do Thiago Sales, atual doutorando do Embedded), que foi bem interessante e com discussões bem interessante, até atualizações do padrão.

Uma atendo especial a matéria lecionada pelo Berto, professor doutor de português, que nos ensinou Metodologia do Ensino Superior, na qual, exatamente no primeiro dia de aula, quando fui apenas pedir pra trocar o horário da matéria pois a maioria dos estudantes estavam chocando o horário e, após resolver o problema de horário, fui convidado para assistir aula. Contudo, já sabia que Berto era bem polêmico quanto suas discussões políticas e, depois de algumas discussões a calouradas, Berto veio com o “convite”: “Se você não gostar dos meus posicionamentos, não precisa nem vir mais, não precisa ficar preocupado com faltas” 😀 Minha resposta foi: “Que isso professor, já tinha ideia que as aulas seriam assim e ainda vamos discutir um bocado”. Nas aulas seguintes, houveram discussões muito interessantes e choques de opiniões, mas no fim, Berto virou um grande amigo que até hoje envio alguns e-mails sobre política e temos algumas discussões. Saudade dessa época que saia um pouco da computação e ia desopilar discutindo política e sociologia. 😀

Após isso, foi desenvolver o projeto de mestrado, lendo milhões de artigos e pensando horas a fio. Ao final, em dezembro, estava apresentando a proposta que estou dando continuidade agora e que pretendo defender em dezembro também.

Como um relato geral, posso dizer que aprendi muito no primeiro ano do mestrado e, o maior deles, foi a experiência e a confiança de que, em computação, não existe um bicho de sete cabeças, existe assuntos e áreas que você ainda não parou para estudar e se dedicou tempo suficiente para aprender. =)

Dicas/Sugestões para quem vai fazer mestrado:

  • Se não gostar de estudar, caia fora!
  • Na área acadêmica, ego é uma coisa bastante cultuada, não se assuste =)
  • Você não escreve bem e seu orientador muda de opinião constantemente sobre seu texto.
  • Você nunca lerá artigos suficientes, se acostume com a ideia.
  • Principalmente durante o primeiro ano de mestrado, ESQUEÇA vida social.
  • E cadê a parte boa? Um dia, se você conseguir terminar, você será mestre e fará o seu papel! 😉

Boa sorte a todos e, no que precisarem de mim, estarei por aqui! =)

julho 13, 2011 Posted by | Mestrado, Uncategorized | | 3 Comentários

Eventos Livres

Durante minha graduação participei de muitos eventos de software livre, até organizando algum deles. Foi um tempo muito bom da minha vida onde conheci pessoas que me ensinaram muito e outras que me marcaram pra caramba! Recentemente fiquei saudosista com esses momentos (por estar vendo algumas fotos tirada durante esses eventos), então resolvi procurar algum evento que pudesse ir mas que tivessem haver com a minha área. Uma colega minha (Valeu Raissa! =) ) procurou, com um certo trabalho, mas nenhum pude ir.

Dias depois, recebo em uma das listas que participo a divulgação de um evento que estava hospedado no site Eventos Livres. Então fiquei encantado com a iniciativa e estou aqui pra divulga-lo!

O Eventos Livres é um portal para divulgação da agenda de todos os Eventos, Workshops, Seminários, Encontros e Congressos com foco em Software Livre, Soluções Abertas, Open Source.

Divulgue aqui os eventos de sua cidade com as vantagens abaixo:

  • Divulgação mensal em várias listas e comunidades de Software Livre do Brasil.
  • Espaço para comunicados importantes, chamada de trabalhos, etc.
  • Sistema de inscrições para os participantes(sob consulta).
  • Sistema para submissão de palestras(sob consulta).
  • Sistema para emissão de certificado eletrônico para os participantes(sob consulta).
#######

Aos meus amigos que frequentam eventos de software livre, essa é uma boa fonte de procura de bons eventos em todo o Brasil.

Àqueles que organizam eventos, alimentem essa iniciativa brilhante!

Aos idealizadores, meus sinceros parabéns e muito sucesso! =)

junho 16, 2011 Posted by | Colaboração, Computação | , , , , , | Deixe um comentário

Recomendação de leitura #2

Pessoal, esse terceiro post da série recomendação de leitura saiu atrasado por conta de uma viagem que fiz para BH e que irá render um post, espero que vocês gostem dos textos:

  1. Não comente seu código
  2. Redes virtuais, depressão real
  3. Salários justos no setor público ou de como o Brasil precisa de mais engenheiros e professores e menos advogados

Citações:

“Qualquer tolo consegue escrever código que um computador entenda. Bons programadores escrevem código que humanos possam entender.” (Martin Fowler)

“Sempre codifique como se o programador que vai dar manutenção no seu código fosse um serial killer maníaco que sabe onde você mora.” (autor desconhecido)

junho 16, 2011 Posted by | Computação, Textos | , , , , , | 3 Comentários

Recomendação de leitura #1

Os textos dessa sexta são desde humor, passando pela uma dos vídeos mais comentados dos últimos dias na internet brasileira via uma entrevista da professora Amanda Gurgel (muito legal seu posicionamento!), até informações sobre bolsas com vínculo empregatício e um brever overview do conceito Elevator Pitch, vale a pena conhecer.

Enjoy it and don’t live with broken windows!

  1. Sem título
  2. “Não entendo essa repercussão”
  3. CAPES e CNPq anunciam anulação do ofício circular que cancelava bolsas com vínculo empregatício.
  4. The perfect (Elevator) Pitch
  5. The art of the Elevator Pitch: 10 great tips

Broken Window Theory

In inner cities, some buildings are beautiful and clean, while others are rotting hulks. Why? Researchers in the field of crime and urban decay discovered a fascinating trigger mechanism, one that very quickly turns a clean, intact, inhabited building into a smashed and abandoned derelict .

A broken window.

One broken window, left unrepaired for any substantial length of time, instills in the inhabitants of the building a sense of abandonment—a sense that the powers that be don’t care about the building. So another window gets broken. People start littering. Graffiti appears. Serious structural damage begins. In a relatively short space of time, the building becomes damaged beyond the owner’s desire to fix it, and the sense of abandonment becomes reality.

The “Broken Window Theory’’ has inspired police departments in New York and other major cities to crack down on the small stuff in order to keep out the big stuff. It works: keeping on top of broken windows, graffiti, and other small infractions has reduced the serious crime level.

Don’t Live with Broken Windows

Don’t leave “broken windows’’ (bad designs, wrong decisions, or poor code) unrepaired. Fix each one as soon as it is discovered. If there is insufficient time to fix it properly, then board it up. Perhaps you can comment out the offending code, or display a “Not Implemented” message, or substitute dummy data instead. Take some action to prevent further damage and to show that you’re on top of the situation.

We’ve seen clean, functional systems deteriorate pretty quickly once windows start breaking. There are other factors that can contribute to software rot, and we’ll touch on some of them elsewhere, but neglect accelerates the rot faster than any other factor.

You may be thinking that no one has the time to go around cleaning up all the broken glass of a project. If you continue to think like that, then you’d better plan on getting a dumpster, or moving to another neighborhood. Don’t let entropy win.

Fonte: Software Entropy

maio 20, 2011 Posted by | Administração, Colaboração, Computação, Textos | , , , , , | Deixe um comentário

DBDesing – Modelling tool

Como entrei na fase de análise  da minha aplicação do mestrado, tive que resgatar meu conhecimentos de analista de software para mostrar quais os requisitos do sistema para os alunos da graduação da UFCG que irão me ajudar na implementação da aplicação. O primeiro passo foi modelar o banco de dados e nos tempos do SAEO usava o DBDesing no meu windows emulado, como reinstalei todo o sistema, fui atrás de uma versão deste software para Linux e achei. Também achei um tutorial de instalação do DBDesing no Ubuntu e isso foi o que me motivou a escrever este post compartilhando-o com vocês. =)

Abaixo está uma tradução livre sobre o que é o DBDesing (texto original aqui):

O que é DBDesigner 4?

DBDesigner 4 é um sistema de modelagem visutal de banco de dados que integra design de banco de dados, modelagem, criação e manutenção em um ambiente simples. Isto combinado à recursos profissionais e uma interface do usuário simples e limpa para oferecer um modo mais eficiente para manipular seu banco de dados.

DBDesigner 4 pode ser comparado a produtos como Oracle’s Designer, IBM’s Rational Rose, Computer Associates’s ERwin e TheKompany’s DataArchitecture mas é um projeto de código aberto (open source) disponível para Windows e Linux e está licenciado pela GPL.

DBDesigner 4 e MySQL

DBDesigner 4 é desenvolvido e otimizado para banco de dados MySQL de código aberto para suportar usuários MySQL com uma poderosa e gratuita ferramenta de modelagem. Todos os recursos específicos do MySQL foram adaptados para oferecer mais convenciência no design e manter o controle do seu banco de dados MySQL.

DBDesigner 4 desenvolvimento

Porque o DBDesigner 4 ser de código aberto (open source) você é bem vindo a se tornar membro do forum DBDesigner 4 e compartilhar suas experiências, reportar problemas (bugs) e enviar requisições de recursos a serem incluídos na aplicação. Ou você pode baixar o código fonte da página de download e corrigir os problemas você mesmo ou, ainda, adicionar recursos no programa.

maio 17, 2011 Posted by | Computação, Mestrado | , , , , , | Deixe um comentário

Recomendação de leitura

Pessoal,

Hoje (era pra ser sexta-feira passada) começo essa serie de recomendação de leitura com livros, artigos, notícias e qualquer coisa que eu ache bacana e queria divulgar aqui pra vocês =) (Aceito recomendações de vocês também). Me desculpem pelo atraso, este post já estava pronto só esperando mais textos. O último li hoje e estou publicando pra vocês.

Obs.: Os textos publicados aqui vão desde a área de gerenciamento pessoal e profissional a criticas à sociedade, passando por um conselho no melhor estilo Augusto Cury (Água com açúcar, mar uma grande verdade!):

  1. O poder do checklist
  2. Hibernate [1] e [2]
  3. Tapacurá 2.0
  4. Nenhuma escola é uma ilha

Minimamente Feliz 

A felicidade é a soma das pequenas felicidades. Li essa frase num outdoor em Paris e soube, naquele momento, que meu conceito de felicidade tinha acabado de mudar. Eu já suspeitava que a felicidade com letras maiúsculas não existia, mas dava a ela o benefício da dúvida.

Afinal, desde que nos entendemos por gente aprendemos a sonhar com essa felicidade no superlativo. Mas ali, vendo aquele outdoor estrategicamente colocado no meio do meu caminho (que de certa forma coincidia com o meio da minha trajetória de vida), tive certeza de que a felicidade, ao contrário do que nos ensinaram os contos de fadas e os filmes de Hollywood, não é um estado mágico e duradouro.

Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas. Um pôr-de-sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir. São situações e momentos que vamos empilhando com o cuidado e a delicadeza que merecem alegrias de pequeno e médio porte e até grandes (ainda que fugazes) alegrias.

‘Eu contabilizo tudo de bom que me aparece’, sou adepta da felicidade homeopática. ‘Se o zíper daquele vestido que eu adoro volta a fechar (ufa!) ou se pego um congestionamento muito menor do que eu esperava, tenho consciência de que são momentos de felicidade e vivo cada segundo.

Alguns crescem esperando a felicidade com maiúsculas e na primeira pessoa do plural: ‘Eu me imaginava sempre com um homem lindo do lado, dizendo que me amava e me levando pra lugares mágicos Agora, se descobre que dá pra ser feliz no singular: ‘Quando estou na estrada dirigindo e ouvindo as músicas que eu amo, é um momento de pura felicidade. Olho a paisagem, canto, sinto um bem-estar indescritível’.

Uma empresária que conheci recentemente me contou que estava falando e rindo sozinha quando o marido chegou em casa. Assustado, ele perguntou com quem ela estava conversando: ‘Comigo mesma’, respondeu. ‘Adoro conversar com pessoas inteligentes’.

Criada para viver grandes momentos, grandes amores e aquela felicidade dos filmes, a empresária trocou os roteiros fantasiosos por prazeres mais simples e aprendeu duas lições básicas: que podemos viver momentos ótimos mesmo não estando acompanhadas e que não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes.

Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E faz parte da minha ‘dieta de felicidade’ o uso moderadíssimo da palavra ‘quando’. Aquela história de ‘quando eu ganhar na Mega Sena’, ‘quando eu me casar’, ‘quando tiver filhos’, ‘quando meus filhos crescerem’, ‘quando eu tiver um emprego fabuloso’ ou ‘quando encontrar um homem que me mereça’, tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer da felicidade de hoje. Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido? Mesmo porque quase sempre os súditos são mais interessantes do que os príncipes; ou você acha que a Camilla Parker-Bowles está mais bem servida do que a Victoria Beckham? Como tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos. E quem for ruim de contas recorra à calculadora para ir somando as pequenas felicidades.

Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas alegrias é uma operação matemática muito modesta para os nossos tempos. Que digam.

Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.

Creditado a: Leila Ferreira, jornalista

maio 17, 2011 Posted by | Administração, Computação, Textos | Deixe um comentário

\o/ Mais novo mestrando da UFCG \o/

Sentiram minha falta? (Diz que sim pra eu ficar feliz! =P )

Pois é pessoal, esse post será pra fazer um repasso (oia o espanhol funcionando \o/ ) de tudo o que houve nesse quase um mês sem publicar nada ( pensei que tivesse sido mais… ).

Primeiro houve uma correria imensa pra submeter para o mestrado da UFCG e pra o da UFC. Primeira dica (vou fazer alguns posts posteriores com novas dicas): NÃO deixe para reunir sua documentação para submeter pra o mestrado em cima da hora. Eu comecei a reunir a minha com quase 2 meses de antecedencia e mesmo assim ainda tive que usar o jeitinho brasileiro pra conseguir tudo no prazo. (Claro, eu passei quase toda minha vida acadêmica em instituição pública, então a morosidade é BEM maior).

Depois disso, resolvi tirar umas férias porque a coisa tava bem pesada antes disso tudo. Passei algum tempo relaxando, indo a praia e fazendo coisas que normalmente não faço ou nunca tinha feito. Foi legal a experiência de ter tempo livre e livre também de preocupações =D

Nesse meio tempo decidi que iria comprar um notebook e depois de muita discussão, pesquisa e espera de uma boa promoção na Dell…eis que compro o meu Vostro 1520. Pensei em comprar um MAC, mas além de não ter tanta bala na agulha assim, achei melhor começar por um Dell e depois, com mais grana, comprar um MAC….ou não…who knows…

Enfim, chega o dia do resultado e consigo passar, em 30º (vale salientar que tinha apenas 30 vagas com bolsa da CAPES) \o/ O meu parceiro, Leonardo Soares, também passou. E dos 5 do CEFET/IFAL que submeteram para o mestrado da UFCG, 4 passaram! Parabéns mais que merecido a toda equipe da coordenadoria de informática! =)

Pessoal, esse post já tava feito a dias, mas não conseguia postar por sempre tentar fazer algo grande, então agora meus posts, TENTAREI, ser mais constantes e menores.

Um abraço a todos! E rumo a UFCG! \o/

dezembro 15, 2009 Posted by | Computação | , | Deixe um comentário